Minha História

Joslaine e Medplan: uma relação de prazer e dedicação

O Medplan foi o primeiro e único trabalho de Joslaine e para ela o fato de continuar na empresa não é sinônimo de acomodação, mas de orgulho ao longo de todos esses anos.

Sexta-feira, 09 de Novembro de 2012

Natural do município de Isaías Coelho/PI, Joslaine Carvalho mudou-se para Teresina para concluir o Ensino Médio e tentar uma vaga no vestibular para o curso de Administração. No início, ficou instalada na casa da tia, estudando. Nesse tempo, a jovem deparou-se com um anúncio de contratação de estagiários da operadora de planos de saúde, sendo aprovada na seleção do Medplan.


Joslaine conta que quando começou a trabalhar não entendia muito a dinâmica de uma operadora de planos de saúde e nem previa as responsabilidades que a atividade profissional exigia, uma vez que sempre priorizou os estudos. Há 13 anos no Medplan, hoje como supervisora do Serviço de Atendimento as Empresas (Sace), a colaboradora, que passou dois anos como estagiária, sendo contratada após o período de aprendizado como recepcionista e em seguida como auxiliar de relações empresariais no Sace, revela que não esquece sua chegada à empresa e seus primeiros dias de trabalho. "A empresa tinha um pouco mais que um ano e meio de fundação e ainda buscava o reconhecimento no Mercado. Eu estava no primeiro bloco do curso de Administração não entendia muito sobre plano de saúde, mas me dediquei as pesquisas para me inteirar sobre todo o universo de conhecimento e experiências que esse novo desafio me trazia", comenta.

O Medplan foi o primeiro e único trabalho de Joslaine e para ela o fato de continuar na empresa não é sinônimo de acomodação, mas de orgulho ao longo de todos esses anos. "Amadureci como pessoa e como profissional e cresci juntamente com a empresa. Sinto que minha relação com o Medplan é forte, a empresa me deu oportunidade de crescimento e até despertou em mim a vontade de lecionar ao me proporcionar ministrar cursos para os novos colaboradores", destaca a gestora da carteira de importantes contratos de Pessoas Jurídicas, complementando que também foi estimulada pelo esposo, que é professor, a seguir a carreira de docência.

Os tesouros de Joslaine, seu esposo Júnior e seu filho Guilherme
Os tesouros de Joslaine, seu esposo
Júnior e seu filho Guilherme


Tatiana Baba, auxiliar de relações empresariais e colega de Joslaine, descreve a supervisora como líder nata, resolutiva, prestativa e companheira. "Nossa equipe é bem unida e a Joslaine nos ajuda muito. Apesar da correria, porque nosso trabalho aqui é corrido, ela sempre está a nossa disposição. Nos ouve, nos orienta. Costumamos dizer que não existe outra supervisora melhor que ela", argumenta a colega.

Mesmo com a grande demanda e grande responsabilidade, Joslaine desempenha brilhantemente sua função na empresa, primando pelo trabalho em equipe, gerenciando as limitações e as diferentes personalidades de cada um. "Procuro sempre manter a harmonia, enaltecendo os pontos fortes de cada um, auxiliando-os sempre que necessário, para que o trabalho possa fluir de maneira eficaz", explica.

Com o trabalho e o casamento, a colaboradora diz-se parcialmente realizada. O desejo de aumentar a família e cursar direito ainda pulsam significativamente. "Quero aumentar a família e cursar direito por questão de conhecimento, porque muitas vezes temos necessidade de ter mais informações a respeito de alguma dificuldade. E quem sabe utilizar meus conhecimentos na área jurídica do Medplan", pontua.

As horas livres, Joslaine dedica ao seu esposo e seu filho
Família reunida

Quando não está atendendo aos clientes do Medplan, Joslaine dedica seu tempo livre ao esposo e ao pequeno Guilherme, seu filho de quatro anos. Para conciliar a vida de mãe com a rotina de trabalho, ela dá uma dica: "O segredo é conciliar sem se cobrar, sei que não é fácil e por vezes muito cansativo. Queria multiplicar as horas, o tempo passa tão rápido e há tanto ainda por fazer. Contudo, acredito que nada na vida é por acaso e nem é obtido sem algum sacrifício, mas afinal, se assim não fosse, as conquistas não teriam o mesmo sabor", afirma.


N.S.

09/11/2012

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