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26 de Maio de 2009 - Minha História
Dos salgadinhos, Uruady saltou para outros produtos. Chegou a ser vendedor de motocicletas até que, em 1997, passou a integrar a equipe de vendas do Medplan, trabalho que executa com empolgação até hoje.
Uruady Sousa: espírito inquieto e paixão pela profissão
Uruady Sousa, funcionário Medplan há 12 anos
Dos salgadinhos, Uruady saltou para outros produtos. Chegou a ser vendedor de motocicletas até que, em 1997, passou a integrar a equipe de vendas do Medplan, trabalho que executa com empolgação até hoje, longínquos 12 anos depois. “Esta é uma das coisas que eu mais gosto de fazer. O vendedor é um ser ativo, que sempre tem um objetivo possível de ser alcançado. Quando você conquista um cliente, aquilo é resultado direto de seu esforço e dedicação”, conta Uruady.
Sua chegada ao Medplan aconteceu quase que por acaso. Depois de viajar por meio-mundo, tendo vivido do Goiás ao Pará, veio morar em Teresina atendendo a um convite de sua irmã, em 1994.
Anos depois, o gerente da equipe de vendas do Medplan o encontrou trabalhando em uma concessionária de motos. “Ele me convidou para mudar de emprego e eu aceitei na hora. No dia seguinte, tinha trocado as motos por planos de saúde”, brinca. A ampla experiência contou pontos a seu favor. No primeiro mês como vendedor do Medplan, Uruady ultrapassou a meta esperada de oito contratos. Vendeu 17.
Do alto de seus 37 anos, praticamente todos vividos na busca por novos clientes, Uruady revela os principais segredos dos bons vendedores. “O importante é sempre dizer a verdade para o cliente. Nunca venda algo acima do que o contrato prevê ou prometa algo que não poderá cumprir. O negócio é conseguir atrair o cliente a partir do que o produto pode oferecer. Por isso o vendedor deve conhecer muito bem as especificidades daquilo que se propõe a vender”, explica.
Utilizando os próprios ensinamentos, ele conseguiu comprar casa própria, meio de transporte e manter esposa, com quem é casado há 16 anos, e os filhos Karina e Kaio. Mas o sucesso na profissão não o acomoda. Depois de anos, Uruady decidiu voltar a estudar e tem se esforçado para concluir o Ensino Médio, freqüentando as aulas no turno da noite. Os planos para o futuro não param por aí: depois da escola, a ideia é seguir um curso superior. “Pretendo ser engenheiro civil. É uma área que eu acho legal. Por isso estou voltando a estudar. Acho que isso é muito importante. Quando você não estuda, acaba atrofiando a mente”, diz.
Enquanto a tão sonhada formatura não chega, Uruady segue dividindo seu tempo entre contratos, empresas, família, as aulas e os churrascos de fim de semana. Mesmo com tantos planos, ele não pensa em abandonar o trabalho de vendedor. “Esta é uma profissão cativante. O bom vendedor não espera acontecer, ele faz acontecer. E esta possibilidade, esta liberdade, não se encontra em todo trabalho”, explica. A fascinação de Uruady pela própria profissão vai gerando frutos. O filho Kaio, de 8 anos, já pensa em seguir os passos do pai. “Meu filho sempre diz que, quando crescer, vai querer ser vendedor”, afirma o pai, todo orgulhoso.
Clarissa Poty
26.05.2009
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